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A primeira terça de prima no Blog do Garotão
22 de maio de 2017 - Postado por: Redacao

Do Blog do Garotão / Coluna do Garotão


Antes de qualquer outra palavra

Desculpas! Esse período entre o final do Paraibano 2017 para o Sousa e a estreia do Dinossauro na Série D do Campeonato Brasileiro do mesmo ano não é a primeira morte temporal do Blog do Garotão. Mas é o primeiro lapso temporal sob o comando do Zeca Boleta – o novo editor do Blog depois que nós [Garotão] passamos a contribuir com colunas e deixamos [emprestamos] o nosso nome para esse Canal de notícias dedicado ao Sousa Esporte Clube.

Um novo hábito para as terças

Façamos o seguinte: vamos escrever uma coluna para o Blog do Garotão todas as terças-feiras [- Esperamos].

A estreia do Sousa na Série D 2017

Não poderia ter sido melhor. O Sousa recebeu o Central-PE no Marizão e começou o certame rumo à Série C vencendo em seus domínios. Afastou a má impressão da campanha melancólica do Paraibano 2017 e deixou um recado aos adversários do Grupo A7: esse Dinossauro é forte!

Ressurgiu o Maior do Sertão, apesar da desconfiança

A ideia de manter uma base do Paraibano 2017 para a Série D do Brasileirão não foi bem recebida pela torcida do Sousa, muito pela irregularidade apresentada no estadual. Nós, enquanto cronistas, apesar da preocupação e sabedores da limitação financeira que atravessa o Sousa, comungando do receio do torcedor, apostamos em duas ressalvas: os reforços pontuais trazidos do Internacional-PB pelo treinador Índio Ferreira e a certeza que o presidente Aldeone Abrantes, apesar do martírio financeiro, conhece o futebol como poucos dirigentes no interior nordestino.

É cedo para elogiar?

A segunda-feira 22 de maio de 2017 surgiu com o orgulho do torcedor do Sousa em alta. E não porque o Botafogo-PB perdeu para o Fortaleza-CE pela Série C no sábado. E não porque o Campinense-PB perdeu para o Atlético-PE pela Série D no domingo. E não porque o Treze-PB está de férias, mais um ano seguido. E não porque o Atlético de Cajazeiras não passa de um coadjuvante no Campeonato Paraibano e dele não passa, a não ser para a segunda divisão ano sim ano não. E não porque Cruzeiro de Itaporanga, Paraíba de Cajazeiras, Nacional e Esporte de Patos estão na segunda divisão do estadual. O orgulho do torcedor do Sousa está em alta porque, apesar do início de ano turbulento, o Dinossauro do Sertão renasceu para o Campeonato Brasileiro da Série D jogando um bom futebol [apesar do início de temporada] e com cancha de competitivo. Então: Dali Sousa, Dali Dinossauro, Dali Dali Maior do Sertão!!!

Treinador faz a diferença sim

É velha a discussão entre boleiros. Mas pelo que o técnico Índio Ferreira realizou com o Sousa na reta final do estadual temos que reconhecer que treinador faz a diferença sim. Além de um currículo campeão como jogador de futebol, com passagem por grandes clubes do Brasil, essa jovem promessa como treinador tem mostrado que aguarda apenas a oportunidade para comandar um grande clube em estrutura financeira para alçar o topo no cenário nacional. Aguardemos.

Um Dinossauro voador

Havia alguns campeonatos não registrávamos um Sousa jogando noventa minutos com um preparo físico tão consistente. O preparador físico Gustavo Nascimento está de parabéns.

O melhor em campo?

Contra o Central-PE o atacante Daniel Caiçara sobrou em campo, apesar de ter desperdiçado inúmeras chances de gol. Deu a assistência para o meia Thiago Almeida marcar o primeiro e fez o segundo. No entanto, precisa amadurecer para manter o foco no jogo e não se irritar consigo mesmo ao perder um ou outro lance – está faltando inteligência emocional.

E os demais jogadores?

Eduardo Sousa e Renan, a dupla de zagueiros de área chegou a vacilar em algum momento do primeiro tempo, mas depois a casa entrou em ordem. O lateral direito Iran agradou – Edy vai ter que ralar para retomar essa titularidade. O garoto Josivan [estamos felizes por ele] a cada jogo diz a que veio – não é espalhafatoso, joga simples e é eficiente naquilo que se propõe, está ganhando mais e mais confiança. O volante Liniker e seus passes certeiros parece ter encontrado a pareia certa – o volante Gleidson parece onipresente na defesa-meio-apoio, gostamos de ver. O meia Paulinho Mossoró disse que quer jogar, o baixinho está de volta. O meia Thiago Almeida – apesar de ter retirado a camisa infantilmente após o gol que marcou – é habilidoso e tende a crescer ainda mais durante o campeonato. O meia Birungueta entrou no jogo no segundo tempo – não sabemos como o Índio vai fazer, mas o cara quer uma vaga de titular. Do Daniel Caiçara já comentamos. O atacante Gilmar Couto não foi feliz, tem que render mais ou o moleque Poty pede passagem. O atacante Isaias, também entrou no segundo tempo do jogo, e mostrou que tem velocidade – prendeu demais uma ou outra bola, mas tem gás.

A arbitragem

Foi muito bem. Ficamos em dúvida num único lance de impedimento assinalado, mas pela atuação do quarteto vai para a conta do olho humano. Registrar aqui a referência do árbitro reserva, nesse jogo, o Emannuel Diniz, que enfatizou em entrevista ao Adelmo Vieira da Progresso AM 610 que a cidade de Sousa é hospitaleira e que ele tem grande respeito pelo povo sousense [até o final da semana a entrevista em vídeo deverá ser publicada, segundo o Zeca Boleta].

Faltou algum registro?

Poucos torcedores em campo? Certamente para um Campeonato Brasileiro sim. Mas como diria Antoine de Saint-Exupéry: “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”.



Se você deixasse de jogar no Sousa, que falta faria?
06 de março de 2017 - Postado por: Redacao

Do Blog do Garotão / pelo Garotão

Havia dois dias me deparei com uma provocação do filósofo e professor Mário Sérgio Cortella em sua conta na rede social Twitter: “Se você não existisse, que falta faria?”

No retorno de Campina Grande a Sousa, na noite-madrugada de domingo para segunda-feira, após a derrota do Sousa para o Campinense por 2 x 1, e depois das sentidas e decepcionadas considerações do presidente do Clube Dinossauro, Aldeone Abrantes, procurei imaginar o que responderiam os jogadores do Sousa se fossem questionados: “Se você deixasse de jogar no Sousa, que falta faria?”

Nesse momento de crise e de esforço do Time para sair da crise, confesso que prefiro enxergar o esforço da Diretoria, da Comissão Técnica e dos jogadores.

Mas não podemos esconder a má-fase com a peneira de uma generosidade ingênua, para não dizer a penumbra de uma falsa ilusão: o Sousa continua em crise e não consegue render a reação esperada.

Esse elenco está enfermo e temos que encarar essa realidade: parece não ter alma.

Em tempo: nesse jogo com o Campinense o Rodrigo Poty sofreu o pênalti (e mais outras tantas faltas) e o lateral direito Edy converteu em Golão a oportunidade criada. Mas eu gostaria mesmo de registrar a partida que fez o volante Peu – uma aula de futebol, empenho, compromisso e foco.



Depois da tempestade, o Sousa volta ao Campeonato
21 de fevereiro de 2017 - Postado por: Redacao

Do Blog do Garotão / pelo Garotão

Inegável que os jogos de ida da primeira fase do Paraibano 2017 foram uma tormenta para o Sousa, sobretudo para os torcedores mais inseguros. Talvez até por esses devotos (ou fanáticos) desconhecerem a sensação de ver o Maior do Sertão figurando as últimas posições na tábua classificatória.

Mas a tempestade passou.

O Dinossauro do Sertão terminou a primeira fase fora da zona da degola, embora no limite da oitava colocação. A campanha ainda reclama entrega: das nove rodadas disputadas, foram 04 derrotas, 03 empates e 02 vitórias, 09 gols a favor e 09 contra, resultando em 09 pontos.

Embora pareça trágica essa campanha do Alviverde, a dinâmica competitiva do Paraibano 2017 recoloca o Sousa na disputa pelo G4. Isso porque do quarto colocado (o Internacional) para o Dino a diferença é de 04 pontos apenas, sendo que Auto Esporte (5) e Treze (6) têm 12 pontos e o Serrano (7) tem 11 pontos. A trinca mais bem colocada apresenta o Botafogo (1) com 21 pontos, o Campinense (2) com 15 e o Atlético (3) também com 15 pontos.

O Garotão não está louco e não está escrevendo com afobação. O Sousa voltou, sim, para a disputa do G4 do Paraibano 2017. Ainda nessa primeira fase serão disputados 27 pontos.

Mas ninguém tem bola de cristal, claro, para prever e cravar que o Dinossauro vai conseguir a classificação. O jogo é jogado nas quatro linhas, acreditamos – e do outro lado o adversário também busca a vitória.

Fato é que o momento é de reconhecer e aplaudir a recuperação do Time no Campeonato. Os mais céticos dirão que foram apenas duas vitórias. Diríamos, pelo contrário, com todo o respeito que merecem Auto Esporte e Internacional, que esses foram os únicos dois tropeços do Sousa no Marizão. Isso porque as cinco primeiras rodadas reservaram cinco clássicos para o Dino: Paraíba, Campinense, Botafogo, Treze e Atlético. Qualquer resultado ante esses adversários, em casa ou fora, é resultado aceitável – considerando o prisma de enxergarmos um Sousa valente e fazendo jus ao grau de quarta força do futebol estadual, segundo ranking 2016 da CBF.

Aplaudindo a recuperação do Sousa, estaremos reconhecendo o trabalho do Prof. Paulo Jr., dos professores Bruno Araújo, Valmir Fia e Antônio Pióca, assim como de toda a Comissão Técnica. E também estaremos reconhecendo o empenho e a superação técnica, tática e psicológica de todos os atletas (em post futuro e breve, comentaremos sobre o elenco).

Não poderá faltar o reconhecimento ao trabalho da Diretoria do Sousa, liderada pelo presidente Aldeone Abrantes – sempre alvo de críticas nem sempre fundadas no universo da bola. Diretoria que conta com o vice-presidente de futebol Rafael Okara, com os diretores Vinicius Olegário, Dr. Danilo Casé, Rodrigo Zezé, Dr. Alysson Fortunato entre outros, assim como com o gerente de futebol Rafael Abrantes e com o supervisor Israel Sousa.

A avalanche de críticas ásperas e desesperadas, cegas pela paixão ou pela intemperança, devem dar lugar agora para a confiança num Sousa cada vez mais forte e que vai, sim, repito, brigar pela classificação.

Como diria o presidente Guerreiro Aldeone: O Campeão Voltou!



Canarinho comenta o que foi Sousa 4 x 2 Serrano
19 de fevereiro de 2017 - Postado por: Redacao



Entre padres, músicos e doidos: burro eu ou burro você?
13 de fevereiro de 2017 - Postado por: Redacao

Do Blog do Garotão / pelo Garotão

Certa vez, ouvi do Pe. Gervásio Queiroga que um professor italiano sempre lhe dizia (à época do curso do seu doutorado em Direito Canônico na Velha Bota):

Se eu lhe ensinar uma vez e você não entender: burro você.

Se eu lhe ensinar uma segunda vez e você não entender: burro eu.

Se eu lhe ensinar uma terceira vez e, ainda assim, você não entender: burro eu e burro você.

Filósofo renomado e referência em matéria Católica Romana no Brasil, filho da Quixaba, pequeno povoado pertencente ao município de Uiraúna (PB), Pe. Gervásio também costuma dizer que é “da terra dos padres, dos músicos e dos doidos” - e há quem diga que ele é/reúne (e que ele próprio se considera) os três tipos.

Assim sendo, não vamos forçar o argumento para aplicar literalmente ao futebol as máximas do seu amigo professor italiano, e muito menos ao Sousa Esporte Clube – até porque não me recordo se aquele professor italiano era padre, músico ou doido.

Consideremos, no entanto, que em matéria de treinamento, desenvolvimento e educação de pessoas (o tripé da aprendizagem organizacional – se podemos assim anotar) ao Dinossauro do Sertão cabe – principalmente no decorrer de um campeonato estadual – a função treinamento.

Esse treinamento, que no momento é responsabilidade direta do Prof. Paulo Jr., engloba o programa de trabalhos táticos, que pode, por exemplo, ser distribuído em blocos de exercícios e atividades que primem pelo desempenho individual, setorial e/ou coletivo.

No caso do Prof. Paulo Jr., o técnico vem inteligentemente trabalhando com filmagens de treinos e jogos. Essas imagens são compartilhadas com os atletas na intenção de corrigir erros de posicionamento e movimentação.

Julgar essa estratégia das filmagens pelos resultados do Sousa seria condená-la erradamente. Isso porque depois da chegada do Prof. Paulo, o Dino registra um empate com o Treze no Amigão (0 x 0), uma derrota no clássico com o Atlético no Perpetão (1 x 0) e duas derrotas no Marizão para Auto Esporte e Internacional (1 x 2 e 1 x 2).

Recorrer as máximas latinas de que “futebol não é ciência exata”, de que “futebol é uma caixinha de surpresas”, de que “em futebol justiça é bola na rede”, de que “o resultado nem sempre diz o que foi o jogo” também não vai elucidar o momento crítico do Sousa.

Mas, reconhecer que o Sousa está se refazendo dentro da competição é alternativa lenitiva para esse momento histórico de crise no Dinossauro. Momento em que os pessimistas e desesperançados preferem apontar/eleger culpados a procurar solução.

Então fechemos o texto com uma certeza: treinamento, inter-temporada e reforços deram ao Sousa tempo, trabalho e qualidade para deixar a crise.

E não se fala mais no italiano.



Proteção ao Botafogo/PB e ataque ao Futebol Sertanejo
30 de janeiro de 2017 - Postado por: Redacao

Do Blog do Garotão, pelo Garotão

Prometi, a mim mesmo, escrever apenas um artigo por semana, mas o futebol sertanejo parece estar enfrentando uma onda de marasmo e não podemos calar.

Quando o futebol deixa de ser disputado dentro das quatro linhas e vai para as barras dos tribunais é sinal que alguma injustiça será cometida.

Assim aconteceu neste 30 de janeiro de 2017 com o desfecho, em primeiro julgamento, do caso Atlético x Botafogo, relativo ao jogo disputado no Perpetão em 11 de janeiro, na vitória do mandante por 1 x 0.

Por causa de uma confusão envolvendo torcedores do time Azul e membros das duas comissões técnicas, no jogo referido, o Tribunal de Justiça Desportiva da Paraíba condenou o Atlético a perda de quatro mandos de campo e a multa de R$ 10 mil reais. Ao Alvinegro sobrou suspensão de quatro jogos apenas para o preparador de goleiros Austrália.

Será isso mesmo?

Apenas o Atlético foi punido?

Austrália é preparador de goleiros do Botafogo, mas não representa o Botafogo - e o outros membros da Comissão Técnica? e os seus atletas?. A torcida, na arquibancada, é do Atlético e representa a vontade do Atlético.

Talvez os pesos usados para mais uma aberração no histórico dessa Federação Paraibana de Futebol e de seus afins (o TJDPB) tenham como medidas o Sertão e o Litoral, e não a justiça.

EM TEMPO I: não é porque dois indivíduos, um frustrado e um débil, levantam diariamente calunias contra o nosso nome no rádio cajazeirense que vamos deixar de defender a bandeira do futebol sertanejo.

EM TEMPO II: quando Ticiano Gadelha saiu escalando jogadores com três cartões amarelos a articulação política dos vizinhos valeu mais do que o bom direito do Lucena. Mas agora a boa campanha custou quatro mandos.



Tempestade não vai ajudar ao Sousa
29 de janeiro de 2017 - Postado por: Redacao

Do Blog do Garotão / pelo Garotão

Os mais experientes costumam afirmar que justiça em futebol é bola na rede, é gol. Então com base nesse ponto de vista, o Auto Esporte foi competente, dentro da sua estratégia de jogo, para converter as oportunidades criadas em gols e vencer o Sousa por 1 x 2, de virada, neste domingo (29/jan).

Justificar a derrota do Sousa jogando a responsabilidade do resultado num gol legal anulado erradamente pelo árbitro central Roberto Lima, quando o jogo estava 1 x 1, seria apelar para uma saída mais fácil na tentativa de entender o que se passa com o Sousa. Mas, não por esse argumento, não será descartável dizer que o Sousa foi prejudicado: foi sim prejudicado pela arbitragem. E nesse ponto, também, o Auto Esporte não tem culpa da barbárie operada pelo senhor Roberto Lima – se bem que o Fábio Bilica só não bateu no árbitro central no primeiro tempo porque deve ter sentido pena da cara de pau do homem do apito.

Mas somos obrigados a concluir que o Sousa tem que vetar o senhor Roberto Lima para os próximos jogos do Sousa. Em 2016, foi esse mesmo senhor Roberto Lima que expulsou o zagueiro Regineudo na semifinal contra o Botafogo, ainda no primeiro tempo, na primeira falta (e sem violência) que fizera o atleta naquele jogo e o Sousa foi extremamente prejudicado por uma arbitragem capenga, ao estilo do diretor de arbitragem José Renato (que até conhecia as regras e quando queria apitava decentemente).

Isso posto, devemos reconhecer que o Sousa fez o seu melhor primeiro tempo nesse Campeonato. Desfalcado do volante Peu, no DM, a entrada do Liniker deu qualidade de passe ao meio campo, que também contou com o meia-canhoto Eder Guerreiro, que agradou a todos no Marizão – é habilidoso o moleque. Outro estreante, o atacante Gilmar, apesar da expulsão pelo Roberto Lima, por um mero bate-boca de jogo, em lance dedurado pelo auxiliar Tomaz Diniz, mostrou que tem qualidade – mas precisa ser servido, precisa receber para fazer.

Ainda sobre o primeiro tempo do Sousa, todos os demais atletas que estiveram em campo estão de parabéns. Todos renderam: Pantera, Eduardo Sousa, Leandro, Edy, Camilo, Danilo Lopes, Paulinho Mossoró e André Cassaco.

Mas na segunda etapa o Sousa voltou a ser o Sousa do segundo tempo desse certame. Um futebol que não se explica, um cansaço que se repete e uma falta de fibra que precisa ser trabalhada.

Sem outras opções no banco, o treinador Paulo Júnior pôs em campo o atacante Ninho (Ninão), o atacante Rodrigo Potim e o meia Mateus Potiguar, todos da base do Sousa – Ninão e Mateus estreando no profissional. Os meninos não renderam o esperado; talvez se tivessem rendido estaríamos todos aplaudindo o lançamento da base. Muita calma nessa hora: esses meninos têm valor e vão render alegrias num futuro breve.

A crise persiste. A diretoria continua se movimentando para contratar. Comissão técnica e atletas trabalham forte. Crônica e torcida são convidados a apoiar o Sousa. Tempestade não vai ajudar.

#boraSousa #reageDinossauro



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