Destaques
Proteção ao Botafogo/PB e ataque ao Futebol Sertanejo
30 de janeiro de 2017 - Postado por: Redacao

Do Blog do Garotão, pelo Garotão

Prometi, a mim mesmo, escrever apenas um artigo por semana, mas o futebol sertanejo parece estar enfrentando uma onda de marasmo e não podemos calar.

Quando o futebol deixa de ser disputado dentro das quatro linhas e vai para as barras dos tribunais é sinal que alguma injustiça será cometida.

Assim aconteceu neste 30 de janeiro de 2017 com o desfecho, em primeiro julgamento, do caso Atlético x Botafogo, relativo ao jogo disputado no Perpetão em 11 de janeiro, na vitória do mandante por 1 x 0.

Por causa de uma confusão envolvendo torcedores do time Azul e membros das duas comissões técnicas, no jogo referido, o Tribunal de Justiça Desportiva da Paraíba condenou o Atlético a perda de quatro mandos de campo e a multa de R$ 10 mil reais. Ao Alvinegro sobrou suspensão de quatro jogos apenas para o preparador de goleiros Austrália.

Será isso mesmo?

Apenas o Atlético foi punido?

Austrália é preparador de goleiros do Botafogo, mas não representa o Botafogo - e o outros membros da Comissão Técnica? e os seus atletas?. A torcida, na arquibancada, é do Atlético e representa a vontade do Atlético.

Talvez os pesos usados para mais uma aberração no histórico dessa Federação Paraibana de Futebol e de seus afins (o TJDPB) tenham como medidas o Sertão e o Litoral, e não a justiça.

EM TEMPO I: não é porque dois indivíduos, um frustrado e um débil, levantam diariamente calunias contra o nosso nome no rádio cajazeirense que vamos deixar de defender a bandeira do futebol sertanejo.

EM TEMPO II: quando Ticiano Gadelha saiu escalando jogadores com três cartões amarelos a articulação política dos vizinhos valeu mais do que o bom direito do Lucena. Mas agora a boa campanha custou quatro mandos.



Tempestade não vai ajudar ao Sousa
29 de janeiro de 2017 - Postado por: Redacao

Do Blog do Garotão / pelo Garotão

Os mais experientes costumam afirmar que justiça em futebol é bola na rede, é gol. Então com base nesse ponto de vista, o Auto Esporte foi competente, dentro da sua estratégia de jogo, para converter as oportunidades criadas em gols e vencer o Sousa por 1 x 2, de virada, neste domingo (29/jan).

Justificar a derrota do Sousa jogando a responsabilidade do resultado num gol legal anulado erradamente pelo árbitro central Roberto Lima, quando o jogo estava 1 x 1, seria apelar para uma saída mais fácil na tentativa de entender o que se passa com o Sousa. Mas, não por esse argumento, não será descartável dizer que o Sousa foi prejudicado: foi sim prejudicado pela arbitragem. E nesse ponto, também, o Auto Esporte não tem culpa da barbárie operada pelo senhor Roberto Lima – se bem que o Fábio Bilica só não bateu no árbitro central no primeiro tempo porque deve ter sentido pena da cara de pau do homem do apito.

Mas somos obrigados a concluir que o Sousa tem que vetar o senhor Roberto Lima para os próximos jogos do Sousa. Em 2016, foi esse mesmo senhor Roberto Lima que expulsou o zagueiro Regineudo na semifinal contra o Botafogo, ainda no primeiro tempo, na primeira falta (e sem violência) que fizera o atleta naquele jogo e o Sousa foi extremamente prejudicado por uma arbitragem capenga, ao estilo do diretor de arbitragem José Renato (que até conhecia as regras e quando queria apitava decentemente).

Isso posto, devemos reconhecer que o Sousa fez o seu melhor primeiro tempo nesse Campeonato. Desfalcado do volante Peu, no DM, a entrada do Liniker deu qualidade de passe ao meio campo, que também contou com o meia-canhoto Eder Guerreiro, que agradou a todos no Marizão – é habilidoso o moleque. Outro estreante, o atacante Gilmar, apesar da expulsão pelo Roberto Lima, por um mero bate-boca de jogo, em lance dedurado pelo auxiliar Tomaz Diniz, mostrou que tem qualidade – mas precisa ser servido, precisa receber para fazer.

Ainda sobre o primeiro tempo do Sousa, todos os demais atletas que estiveram em campo estão de parabéns. Todos renderam: Pantera, Eduardo Sousa, Leandro, Edy, Camilo, Danilo Lopes, Paulinho Mossoró e André Cassaco.

Mas na segunda etapa o Sousa voltou a ser o Sousa do segundo tempo desse certame. Um futebol que não se explica, um cansaço que se repete e uma falta de fibra que precisa ser trabalhada.

Sem outras opções no banco, o treinador Paulo Júnior pôs em campo o atacante Ninho (Ninão), o atacante Rodrigo Potim e o meia Mateus Potiguar, todos da base do Sousa – Ninão e Mateus estreando no profissional. Os meninos não renderam o esperado; talvez se tivessem rendido estaríamos todos aplaudindo o lançamento da base. Muita calma nessa hora: esses meninos têm valor e vão render alegrias num futuro breve.

A crise persiste. A diretoria continua se movimentando para contratar. Comissão técnica e atletas trabalham forte. Crônica e torcida são convidados a apoiar o Sousa. Tempestade não vai ajudar.

#boraSousa #reageDinossauro



Canarinho: o Sousa em 2017 vai brigar para fugir do rebaixamento
29 de janeiro de 2017 - Postado por: Redacao
 

Erro do Roberto Lima prejudica o Sousa no 1 x 2 Auto Esporte; veja os gols
29 de janeiro de 2017 - Postado por: Redacao
 

De que lado ficaremos, torcida do Dinossauro do Sertão?
28 de janeiro de 2017 - Postado por: Redacao

Do Blog do Garotão / pelo Garotão

Sigmund Schlomo Freud nasceu em 1856, na Áustria, e formou-se em medicina. Foi um dos responsáveis pela introdução do método científico na área da irracionalidade.

De acordo com os estudos de Freud, “os membros do grupo desejam muito ter uma liderança, esperando encontrar alguém que os ajude a conseguir a satisfação de seus desejos; entretanto, o líder não é visto pelo grupo como alguém que pode realizar a fantasia do grupo”.

Denhardt (2015) conta que Freud discutiu “a vida inconsciente do grupo”. A “mente” do grupo seria errática, impulsiva, caótica e confusa. O grupo seria, também, crédulo e aberto à influência e, por esses fatores, sem capacidade crítica. Assim, “os sentimentos do grupo são sempre muito simples e muito exagerados, de modo que o grupo não conhece dúvida ou incerteza”.

Num início de Campeonato Paraibano tão abaixo do esperado para o Sousa Esporte Clube, tenho a impressão que parte dos estudos de Freud poderia ajudar a explicar “a crise” que se formou a partir de cinco clássicos jogados pelo Dinossauro do Sertão: Paraíba, Campinense, Botafogo, Treze e Atlético – resultando em três empates e duas derrotas.

Isolando o grupo de jogadores e a comissão técnica dessa discussão inicial, será possível tomar a figura do presidente do Clube, Aldeone Abrantes, como a do pai que é agredido pelos filhos – a horda primeira – a parte dos torcedores que o atacam. Esses torcedores, animados por sentimentos contraditórios em relação ao dirigente máximo do Sousa, invejado e admirado, preferem se reunir para extirpá-lo da presidência e amortecer o ódio que alimentam contra ele.

Busquei Freud para entender o que se passa na cabeça da torcida, ou de parte da torcida, que se revolta pelo baixo desempenho do Sousa em campo e manifesta esse sentimento em ataques pelas redes sociais ao dirigente Aldeone Abrantes.

Não há outra razão, acredito. Pois se houvesse oposição de fato à diretoria do Sousa, ou o desejo de fazer oposição à atual diretoria, teríamos, em eventuais e sucessivos insucessos pelo poder, a criação de um outro clube de futebol, a exemplo de Atlético e Paraíba em Cajazeiras ou Esporte e Nacional em Patos. Mas não há, a verdade é essa.

A vida inconsciente de parte da torcida do Sousa parece gerar o esquecimento de que o Dinossauro é o quarto paraibano no Ranking de Clubes 2016 da CBF; que o Alviverde é o segundo representante estadual na Série D do Brasileirão 2017; que o Sousa nunca foi rebaixado no Campeonato Paraibano; que são dois títulos estaduais; que o Sousa foi o primeiro Campeão da Copa Paraíba; que não há outro cidadão disposto a dirigir o Clube.

Não estou aqui defendendo o Aldeone Abrantes, que é um ser humano como outro qualquer, com virtudes e limitações. Mas, pela entrevista de 26 e janeiro ao Blog, nem o próprio Aldeone está suportando o baixo rendimento do time e muito menos, ele, esse turbilhão de animosidade inquisitorial.

Estou discutindo o momento do Sousa Esporte Clube. De que lado ficaremos, torcida do Dinossauro do Sertão?

Ficaremos ao lado do Sousa que precisa do apoio e do empenho dos jogadores, da comissão técnica, da diretoria, dos patrocinadores, da torcida e da crônica esportiva? Ou ficaremos ao lado de um sentimento menor que apenas diminui o nosso amor pelo Clube que escolhemos para torcer e viver?

#eu sou mais Sousa



Prof. Paulo Júnior abre o jogo sobre o Sousa que vai enfrentar o Auto
28 de janeiro de 2017 - Postado por: Redacao
 

Treino tático marca penúltimo trabalho antes do Auto Esporte
27 de janeiro de 2017 - Postado por: Redacao



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