Destaques
Árbitro Francisco Santiago ministrou curso em Sousa
04 de setembro de 2015 - Postado por: Wellington Ferreira

Por Garotão Narrador

PARA NÃO SE PERDER, o Blog registra realização de Curso de Capacitação aos árbitros da Liga Sousense de Futebol Amador (LSFA) pelo árbitro da Federação Paraibana de Futebol (FPF) Francisco Santiago. O evento aconteceu durante o mês de agosto de 2015.

UM DOS POUCOS QUE SE SALVAM nos quadros da conturbada FPF, Santiago prestou entrevista à Resenha do Garotão, pelas ondas da Super Rádio Progresso AM 610.

E “pra não dizer que não falei das flores”, o presidente da Comissão de Arbitragem da LSFA é o colega Adelmo Abelão Vieira – que nas horas vagas é repórter esportivo.



“O Campeonato Brasileiro de 2015 já está manchado”
04 de setembro de 2015 - Postado por: Wellington Ferreira


Por Garotão Narrador

A DECLARAÇÃO DA SEMANA vem do treinador do Atlético Mineiro, Levir Culpi:

“O Campeonato Brasileiro de 2015 já está manchado pela arbitragem. Não me lembro de ter havido tanta comoção em torno de arbitragem. Realmente causa desconfiança porque são situações repetidas”.



Geladeira por apresentação “abaixo do padrão estabelecido”
04 de setembro de 2015 - Postado por: Wellington Ferreira

Por Garotão Narrador

A GELADEIRA FOI IMPOSTA A SEIS AUXILIARES E UM ÁRBITRO depois de uma avalanche de críticas a uma suposta orquestra do apito para beneficiar o Corinthians-SP.

Na quinta-feira (03/set/2015), a Comissão de Arbitragem da CBF afastou os auxiliares Elan Vieira, Marlon Rafael, Bruno César Chaves Vieira, Fábio Pereira e Marcelo Bertanha Barison, mais o árbitro Émerson Luiz Sobral, foram afastados por apresentarem "desempenho abaixo do padrão estabelecido".



Número de cada convocado para amistosos de setembro
03 de setembro de 2015 - Postado por: Redacao
 

O dia em que Pelé ajudou a derrotar o Brasil
03 de setembro de 2015 - Postado por: Redacao

Da CBF


O futebol, às vezes, arma algumas ciladas, com Pelé, não foi diferente. No dia 14 de agosto de 1959, no estádio das Laranjeiras, a Seleção Olímpica que se preparava para a disputa dos Jogos Pan-Americanos de Chicago, nos Estados Unidos, enfrentava num amistoso a Seleção das Forças Armadas na disputa da Taça Marechal Teixeira Lotti. O amistoso passaria desapercebido se na Seleção Olímpica não estivesse Gérson, o “Canhotina de Ouro”, campeão mundial em 1970 e na Seleção da Forças Armadas ninguém menos do que o Rei Pelé, já campeão mundial, na Suécia, em 1958.

Além de Pelé, a equipe militar contava com outros jogadores que marcaram época em alguns clubes. No primeiro tempo os olímpicos, mais entrosados, chegaram ao primeiro gol aos 20 minutos através de Roberto Rodrigues. Pelé por sua vez teve atuação discreta. No segundo tempo graças as alterações realizadas pelo treinador Maurício Cardoso, os militares subiram de produção tomaram conta da partida. O empate veio numa jogada onde Pelé lançou Wálter, que chutou na saída de Edmar, aos 62 minutos. O gol da vitória veio quando faltavam dois minutos para o fim do jogo. Rubens derrubou Parada na área, pênalti claro, que Bataglia cobrou e marcou o segundo. O atacante Manuel reclamou da marcação e foi expulso.    

14/08/1959 (21.30)

BRASIL OLÍMPICA 1:2 SELEÇÃO FORÇAS ARMADAS (1:0)

Competição: Taça Marechal Teixeira Lotti.

Local: Estádio das Laranjeiras, no Rio de Janeiro (RJ). Público: 2.402 espectadores.

Árbitro: Alberto Monard da Gama Malcher (Brasil). Assistentes: não disponível.

Gols: Roberto Rodrigues, aos 20; Wálter, aos 62; Bataglia (pênalti), aos 88.

Expulsão: Manuel, aos 89.

BRASIL OLÍMPICA: Edmar, Nélson, Rubens, Dary, Edílson; Maranhão, Gérson; Roberto Rodrigues, China, Villadonega (Manuel, aos 64), Germano. Treinador: Newton Alves Cardoso.

FORÇAS ARMADAS: Marçal; Nonô, Daniel (Vianna, aos 80), Nélson, Mané; Gonçalves, Wálter, Bataglia, Genivaldo (Parada, aos 65), Pelé, Parobé (Cacaio, aos 65). Treinador: Major Maurício Cardoso.

Curiosidade

A Seleção das Forças Armadas era formada por vários jogadores que já atuavam em muitos clubes do futebol brasileiro.

Gonçalves (Nacional-SP), Nélson, Mané e Parada (Palmeiras), Wálter (Bangu), Bataglia e Parobé (Corinthíans), Pelé e Brandão (Santos), Lorico (Portuguesa Santista) entre outros.



Vascaínos fazem abaixo-assinado pela saída de Eurico Miranda e diretoria
03 de setembro de 2015 - Postado por: Redacao
Do Blog Meio Campo

A goleada por 6 a 0 sofrida para o Internacional foi a gota d’água para alguns vascaínos. Diante da difícil situação do time e da iminência do terceiro rebaixamento à Série B do Campeonato Brasileiro, torcedores usaram o site “Petição Pública” para pedir a saída de Eurico Miranda e sua diretoria do poder.

No texto, assinado por 860 pessoas até às 11h45 desta quinta-feira, os vascaínos querem a realização de novas eleições presidenciais em um prazo de 30 dias. Confira a íntegra abaixo:

 

"SAÍDA DA DIRETORIA E FILHOS DE EURICO MIRANDA DO VASCO

Para: EURICO MIRANDA, FERNANDO HORTA, JOSÉ MANUEL FERNANDES, EURICO BRANDÃO MIRANDA, ÁLVARO MIRANDA

AQUI ABAIXO-ASSINADO VASCAÍNOS QUE EXIGEM A SAÍDA IMEDIATA DO PRESIDENTE, VICE-PRESIDENTE GERAL, VICE-PRESIDENTES DE FUTEBOL, PRESIDENTE DO CONSELHO DELIBERATIVO, PARENTES DO PRESIDENTE DO CLUBE DE REGATAS VASCO DA GAMA E A REALIZAÇÃO DE NOVAS ELEIÇÕES DENTRO DE UM PRAZO DE 30 DIAS PARA O CONSELHO DELIBERATIVO (E POR CONSEGUINTE PRESIDÊNCIA).

TAIS AÇÕES SÃO NECESSÁRIAS PARA A SOBREVIVÊNCIA DO CLUBE E, PORTANTO, EXIGIMOS O VOSSO IMEDIATO AFASTAMENTO."



Fique de olho no apito
03 de setembro de 2015 - Postado por: Redacao
Do Blog do Juca Kfouri


Carlinhos Vergueiro fez a música que diz:

“Fique de olho no apito,

Que o jogo é na raça

E uma luta se ganha no grito.

E se o juiz apelar,

Não deixe barato,

Ele é igual a você e não pode roubar”.

Não pode roubar mesmo, e quase sempre não rouba, apesar de o Brasil já ter sido sacudido por diversos escândalos que envolviam o apito, como os da “Máfia da Loteria Esportiva”, em 1982, o “Caso Ivens Mendes”, em 1997, e o “Caso Edílson Pereira de Carvalho”, em 2005.

Todos capazes de permitir que o torcedor desconfie de coisas urdidas pelos que comandam a CBF, uma entidade tão opaca que nem coragem tem de publicar seu estatuto, embora seja possível achá-los nos sítios de busca da internet.

Na miséria do exercício do poder no futebol, em que a escala de arbitragens tem peso decisivo, nega-se o avanço da arbitragem eletrônica e recusa-se a independência do departamento de árbitros, sem o que sempre se poderá desconfiar de manipulação.

Não que um expediente ou o outro resolvam 100% dos erros, algo impossível, mas certamente seriam minimizadores dos equívocos e aliados contra as teorias da conspiração.

Em vez de lutar por tais bandeiras, os apitadores, que se não fizeram a política das entidades que os submetem jamais chegarão ao quadro da Fifa, botam o carro adiante dos bois e reivindicam direitos de arena apesar de serem responsáveis, frequentemente, por incendiá-las.

Descontada a óbvia covardia de submetê-los à comparação do olhar das câmeras de TV, os apitadores fazem o papel de vilões, engrossado pelo autoritarismo que, em regra, os caracteriza, futebolistas frustrados que concorrem com os jogadores como verdadeiros astros do espetáculo. Masoquistas, parecem gostar de serem xingados e fazem questão de aparecer, mesmo que seja axioma do futebol que o bom árbitro é o que passa despercebido ao cabo de 90 minutos do jogo.

Quando o Estatuto do Torcedor, em 2003, estabeleceu o sorteio dos árbitros, hoje em revisão, a ideia era eliminar suspeitas de manipulação.

Sabia-se que não era a solução ideal, que deveria ser dada pela meritocracia, significa dizer, os melhores árbitros nos jogos mais importantes, mas foi o caminho encontrado para evitar a escalações desonestas e desconfianças generalizadas.

Como sói acontecer no Brasil, logo se achou um jeitinho para de alguma maneira dirigir os sorteios ou desmoralizá-los.

Se não se adotar pelo planeta afora o auxílio da tecnologia no futebol, como se faz em tantos outros esportes, e não se der independência aos departamentos de árbitros, sempre haverá quem veja corrupção, ainda mais agora neste mundo globalizado também pelas apostas online.



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