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O que pretende Sérgio China?
16 de julho de 2017 - Postado por: Redacao


No meio futebolístico dizem que se você quer conhecer Sérgio China basta perguntar a Diretoria do Campinense (PB) o que ele aprontou em sua última passagem pela Raposa, pela Copa do Nordeste. Se a pergunta for dirigida ao Santinha talvez você não obtenha sucesso no intento.

Pois bem, a coisa agora envolve o Sousa Esporte Clube (PB).

Treinando o Guaraní de Sobral (CE), o China vem tentando com sucesso desviar o foco dos problemas que o Guaraní enfrenta e as deficiências do seu insucesso como técnico.

Para esconder a lapada que tomou – na bola – no último domingo (09 de julho de 2017) quando perdeu por 3 x 1 do Sousa, o técnico inventou que os jogadores tiveram problemas com a alimentação no hotel em que se hospedaram em Sousa (PB) e deverá ser alvo de uma ação judicial pelos empresários da rede hoteleira caluniada.

Mas a coisa não parou aí.

Na tarde de ontem (sábado, 15 de julho), quando os jogadores do Sousa chegavam para um treino de reconhecimento, jogadores e demais membros da Comissão Técnica do Guaraní (CE) até cumprimentaram o elenco do Sousa que chegava, mas o Sérgio China fez questão de esculhambar, em calão impronunciável, a instituição Sousa Esporte Clube e só “fugiu” quando o médico Dr. Danilo Casé ameaçou dizer qual a sua fama no futebol paraibano.

Mas o pior, até às 14 horas deste domingo, aconteceu na noite/madrugada de ontem.

O ônibus do Sousa foi alvo de tiros e pedradas, conforme imagens divulgadas pela diretoria do Sousa Esporte Clube. Fogos foram disparados à noite inteira com a intenção de prejudicar o descanso dos atletas.

O que acontecerá no jogo de hoje?

Segundo o gerente de futebol Rafael Okara, que chefia a delegação em Sobral (CE), o clima é de tensão e apreensão.

Sérgio China conseguiu criar uma atmosfera de terror e onde há o terror há o medo do risco de morte.

Em virtude do falecimento do pai – o Senhor Valmir Ferreira –, o presidente do Sousa Aldeone Abrantes teve que retornar de Sobral (CE) ainda ontem, trazendo consigo o irmão Valmir Filho (FIA) e o diretor João Dobinha. O supervisor Rafael Abrantes não havia viajado.

Mesmo no velório do Senhor Valmir, na manhã de hoje, o temor entre diretores e familiares é pelo pior.

Ainda assim, de modo informal, o presidente Aldeone Abrantes já manteve contato com o presidente do STJD e já encaminhou as imagens do atentado.

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